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| Órgão
oficial do STI Químicas, Farmacêuticas,
Abrasivos, Material Plástico, Tintas e
Vernizes de Guarulhos, Mairiporã, Caieiras,
Franco da Rocha e Francisco Morato - Filiado à
Central Força Sindical
- Rua Francisco Paula Santana, 119 - Tel. 209-7800
e 6463-2244 - Guarulhos (SP) - Dir. Resp.: Antonio
Silvan Oliveira - Jorn. Resp.: Luís Alberto
Caju (Mtb.19.281-SP)
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O
Brasil tem 16,8 milhões de trabalhadores sem registro
Os
dados fazem parte de pesquisa realizada pelo IBGE
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)
referentes a 2001, divulgados em setembro pelo IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que o mercado
de trabalho retraiu no ano passado. O nível de ocupação
e o rendimento médio caíram e aumentou o número
de empregados sem carteira assinada, estimados em 39% daPopulação
Economicamente Ativa. De acordo com o estudo do 10,3% entre
1996 e 2001, fechando o ano com R$ 595,00. Em 1999, a renda
média do trabalhador atingiu R$ 603,00. Quatro anos antes,
primeira gestão do atual governo, era de R$ 644,00. Nos
últimos 10 anos, o melhor em relação ao
rendimento (média de R$ 663,00) foi 1996 e pior de 1992,
com R$ 492,00.
Fora do mercado, estão 16,8 milhões de pessoas
que trabalham por conta, sem registro em carteira. Segundo a
pesquisa do IBGE, apenas 12,6 milhões são filiados
a sindicatos contra 62,8 milhões não-filiados.
No País, 22,1 milhões ocupam postos de serviços
com carteira assinada. Oficialmente, o Brasil tem 75,4 milhões
de pessoas no mercado de trabalho e 7,7 milhões desempregados.
Do total de trabalhadores na ativa, 58% são mulheres
e 42%, homens, 45,7% contribuem para a Previdência Social
e 29,2% tinham de quatro a sete anos de estudo.
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