Trabalhador
É preciso viabilizar processos democráticos de crescimento do país
Diante do momento de crise mundial e de viabilização na manutenção do emprego e de direitos do trabalhador é lamentável vermos que alguns setores governamentais ainda se detenham em ações que não assegurem o direito do trabalhador.
Em linhas gerais a tão apregoada crise mundial, tem em maior ou menor intensidade, provado que o governo precisa ouvir mais a sociedade, em especial, os trabalhadores e empreendedores que movem à economia brasileira e precisam de uma resposta satisfatória quanto à carga tributária e demais incentivos fiscais para instalação e ampliação de indústrias, desenvolvimentos de novos negócios e geração de emprego e renda.
Em hipótese alguma, a burocracia pode ser maior que o direito do trabalhador.
O governo não pode deixar que processos burocráticos emperrem, por exemplo, negociações e aplicações de reajuste de salários previstos em lei. Todos devem agir em consonância com a lei. E assegurar o processo econômico já é um grande avanço em prol do crescimento.
Na contra mão da crise, registro também a indignação quanto à ação política, administrativa e financeira de grupos econômicos que de forma irresponsável – e até mesmo como forma de “pressão” – promoveram o aumento dos preços e produtos de forma desenfreada, culminando, entre os meses de outubro e novembro, em dificuldades de obtenção de crédito, aumento de restrições e diminuição da oferta, entre outros. O Brasil não precisa seguir a pressão política e econômica mundial, deve sim, aprender a lidar com a própria realidade, viabilizando a criação de novos postos de trabalho e promovendo o desenvolvimento econômico.
Diante das dificuldades, o governo federal mostrou-se ativo e promoveu a redução e desoneração completa do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em alguns setores, e foi justamente a redução deste encargo financeiro que promoveu o aumento das vendas e da produção de produtos de indústrias e empresas.
Com esta atitude, o governo provou que a redução da carga tributária pode ser praticada e chegar a outras esferas econômicas, e serem aplicadas também, como apontam movimentos sindicais, sociais e empreendedores, em produtos comercializados em nível nacional.